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quinta-feira, 13 de julho de 2017

O que nos ensina o Novo testamento sobre as riquezas materiais


Em 1 Timóteo 6:8-10 está escrito: “ ...Por isso, devemos estar satisfeitos se tivermos com o que nos alimentar e vestir. No entanto, os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitas vontades loucas e nocivas, que atolam muitas pessoas na ruína e na completa desgraça. Tiago 5:1 diz: “E agora, prestai atenção, vós, os ricos! Chorai e arrependei-vos, porquanto desgraças haverão de cair sobre vós.Vossas riquezas apodreceram, e vossas roupas finas desvaneceram, roídas pela traça”.                                       
No Novo Testamento, há um ensinamento  e padrão diferenciado sobre diversas riquezas que foram concedidas a homens tementes a Deus no velho testamento. A igreja de Jesus cristo nunca foi dada uma terra, e nem  promessas de riquezas e acúmulo de bens materiais. Efésios 1:3 nos diz: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo". Cristo falou em Mateus 13:22 sobre a semente da Palavra de Deus que caiu entre os espinhos: "A fascinação e o desejo das riquezas, sufocam a palavra, e fica infrutífera." Esta é a primeira referência às riquezas terrenas, no Novo Testamento e  essa não é uma imagem positiva sobre  as muitas posses.                                         
O Cristão deva antes: ” Buscai, assim, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33).                             
Em Marcos 10:23 diz que: "Jesus, olhando ao redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!" Não disse que era impossível, pois todas as coisas são possíveis para Deus, mas sim "Difícil". Em Lucas 16:13, Jesus falou : "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. “Não podeis servir a Deus e às riquezas.”                                              
Não fazemos aqui apologia a pobreza e a miséria  mas enfatizamos o desapego e a busca ao reino de Deus em primeiro lugar, e que Deus nos abençoe conforme sua vontade. Muitos gentios são ricos porque lutam e se esforçam, e então conseguem riquezas, porque esse também é seu foco, mas qual deva ser o foco do cristão?                          Claro que Deus não condena ninguém por ser rico ou adquirir riquezas, desde que com honestidade e retidão, porém ao colocar o desejo das riquezas em primeiro lugar e não a Deus, muitos cristãos se perdem no caminho da salvação (“...Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”(Lucas 4:8)).                      Nenhum dos apóstolos de Cristo ou qualquer outro obreiro de Cristo se serviu do evangelho para enriquecimento, todos se esvaziaram para viver uma vida de fidelidade e enriquecimento espiritual  de muitos sempre enfatizando a salvação como única e maior riqueza prometida pelo Senhor da glória. Cristo não morreu na cruz do calvário para que você desfrute de riquezas aqui na terra, os gentios não servem a Cristo e muitos são riquíssimos, mas ele morreu para nos dar a maior riqueza, a salvação eterna, não um reino de delícias nessa terra, mas o reino celestial, nossa visão deve estar focada no Novo testamento e não no velho, o Velho Testamento foi escrito em primeira mão para os judeus e suas promessas para eles (Judeus). Para a igreja o Velho Testamento tem valor histórico e o exemplo dos heróis da fé que podem inspirar em muito a milhares de cristãos, pelo seu exemplo de fé e coragem, mas nunca doutrinariamente. Em 2 corintos 3: 14 está escrito que: “...Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;”. Doutrinariamente ele foi abolido por Cristo, continua sendo a palavra de Deus, mas suas doutrinas promessas e exigências foram todas cumpridas em Cristo.                                                                                                                        
1Timóteo 6:17 dá uma advertência aos ricos: "Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento." Tiago 5:1-3 nos dá uma outra advertência sobre as riquezas que foram injustamente adquiridas: "Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias."
Claro que para os que amam a cristo esperam nele, não devem ter uma vida  focada em ter muito dinheiro ou muitos bens, sem duvidas dinheiro é essencial em nossa vida, e nos proporciona o pão nosso de cada dia e é usado para suprir nossas necessidades e as de nossos dependentes, mas o dinheiro deva ser nosso servo e não nosso senhor.  Grande benção e riqueza é uma vida cheia do amor e do conhecimento de Deus! A salvação é nossa maior riqueza. (“...De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma”). As riquezas espirituais são muito mais importantes que as riquezas materiais. Deus revelou por meio de Jesus Cristo um ministério mais excelente: "Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas" (Hebreus 8:6).                                

Portanto aos que amam a Cristo e esperam nele aconselhamos: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”.   

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA




Já está a disposição do público o livro: “Parábolas, Fábulas e Estórias Que Edificam a Alma”. De Paulo Sergio Rocha Arantes. Nessa obra o autor procura de uma forma agradável e compreensível transmitir e inspirar nos leitores, preceitos cristãos independente da religião ou ideologia dos mesmos, (contém vários desenhos ou ilustrações). É um livro onde se pode ler em casa, no ônibus, em salas de espera, na cabeceira da cama ou em qualquer lugar. 

Está a disposição pelo E-mail: rrpp12@hotmail.com     
PEÇA Pelo WhatsApp: (64) 999612557(vivo)  enviamos para todo o Brasil pelos correios.

IDOLATRIA E VERDADEIRA ADORAÇÃO



Idolatria é adorar um falso Deus....  É fazer orações ou petições,  ou ainda  atribuir a outro, poderes, feitos e glória que pertencem somente ao Deus único e criador.
Tanto no velho como no novo testamento existem proibições e restrições acerca da idolatria. No livro de Êxodo 20:4  diz: 
"Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.”
E no verso 5  que é a segunda parte do mesmo diz:
"...Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus,"                                                                                                                  
O Problema não é fazer a imagem de escultura ou outro tipo de representação, mas se encurvar a ela, e lhe prestar culto ou adoração; fazer petições ou promessas,  ou  ainda  festas em sua homenagem.
 No novo testamento em  Lucas:4:8 diz: 
"Respondeu-lhe Jesus: Está escrito:Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele prestarás culto."  E   em I Timóteo 2:5  "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem."                                                                               
O próprio Senhor Jesus (No evangelho segundo  João 14:13) disse "E assim, seja o que for que vós pedirdes em meu Nome, isso Eu farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. ". Se a palavra declara todas estas coisas porque então orar a Pedro, a Paulo ou a Maria, ou a tantos outros ???

Mas o que é adoração? Creio que é um ato ou ação pessoal ou coletiva, que somente Deus pode identificá-lo, pois vem do coração. Adorar é reconhecer que tudo foi criado por Deus, que pertencemos a Ele,  e que tudo o que fazemos e realizamos é em sua  direção, e admitir que dependemos totalmente dele. É exaltar seu santo nome,  cantar louvores que exaltem sua grandeza, misericórdia, benevolência e outros atributos  inerentes a ele.
Onde adorar??? Em qualquer lugar e em todo o tempo, Nosso Senhor disse:
(Mateus 6:6) "Tu, porém, quando orares, vai para teu quarto e, após ter fechado a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará plenamente." (Adoração pessoal) e disse também: (Mateus 18:20) "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou no meio deles”. (Adoração coletiva, seja no templo, no lar, no campo etc.)

No livro de Hebreus, capítulo primeiro (Novo testamento), entendemos porque se deve adorar o filho que é a imagem perfeita do Pai celestial (Em minha opinião um dos mais belos cânticos de exaltação a majestade do Filho declarado pelo próprio  Pai):
1 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
2 A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.
3 O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;
4 Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
5 Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?
6 E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz:E todos os anjos de Deus o adorem.
7 E, quanto aos anjos, diz: Faz dos seus anjos espíritos, E de seus ministros labareda de fogo.
8 Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de equidade é o cetro do teu reino.
9 Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
10 E: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, E os céus são obra de tuas mãos.
11 Eles perecerão, mas tu permanecerás; E todos eles, como roupa, envelhecerão,
12 E como um manto os enrolarás, e serão mudados. Mas tu és o mesmo, E os teus anos não acabarão.
13 E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra, Até que ponha a teus inimigos por escabelo de teus pés?
14 Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?

quinta-feira, 20 de outubro de 2016


SERIA COINCIDÊNCIA?

O cientificismo é a afirmação segundo a qual a ciência dá a conhecer as coisas como são; e propõe resolver todos os reais problemas da humanidade, declarando ainda ser suficiente para satisfazer todas as necessidades legítimas da inteligência humana. Enfim, é afirmado como a visão que só reconhece como verdade o que pode ser demonstrado pela ciência. As Sagradas Escrituras é um livro de fé, e a fé não exige explicação e nem provas; porque “A fé é a certeza de coisas que se esperam, e a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fé, muitos dos antigos cristãos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não são aparentes”. Porém existem fatos inseridos nela que a ciência pode demonstrar (contudo não consegue explicar).

O número sete com seus múltiplos é uma das cifras mais importantes da numerologia bíblica, e nas escrituras sagradas nós o encontramos em toda parte, às vezes bem visível aos nossos olhos e às vezes um pouco camuflado: Maria Madalena foi possuída de sete demônios, uma mulher ficou viúva sete vezes; no livro de Gênesis sete é a cifra da criação, no Egito houve sete anos de abundância e sete anos de penúria, o sábado era o sétimo dia. No livro de Apocalipse vemos: sete igrejas, sete estrelas, sete candelabros, sete selos, sete trombetas... E assim encontramos o sete em evidência por toda a Bíblia, centenas e centenas de vezes. Certo ateu russo, residente nos EUA, grande cientista e matemático, conhecedor do grego e hebraico, começou um dia por mero interesse literário a estudar os originais da Bíblia, e à medida que lia, percebia a presença do sete por toda a parte no texto hebraico. Ao trocar a letra por número, aparecia sempre o sete ou um seu múltiplo. Recorreu ao texto grego e lá encontrou o mesmo fenômeno. Estava diante de um grande mistério que haveria de mudar totalmente o rumo de sua vida. Para se ter uma idéia de sua descoberta, somente na oração sacerdotal de Jesus contida no capítulo 17 do evangelho segundo João temos na língua grega 490 palavras (70x7), 2079 letras (297x7), 1162 vogais (166x7), 917 consoantes (131x7), 98 verbos (14x7), 77 substantivos (11x7), 70 conjunções (10x7), 126 pronomes (18x7), 70 advérbios e artigos (10x7), 49 pronomes que se referem a Cristo (7x7), 91 palavras que se referem à trindade (13x7), 7 ao mundo, 7 ao Pai. Juntamente com outros dois profundos conhecedores do grego, ele tentou escrever um texto com as mesmas características. Trabalharam 13 semanas para com muita dificuldade comporem uma única frase, para logo após desistirem completamente. Tais pesquisas o levaram a abandonar o ateísmo e a se converter ao cristianismo. Para o êxito de sua descoberta utilizou-se da matemática, uma ciência exata.

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).
                   SERIA COINCIDÊNCIA? (PARTE II)

Os originais da Bíblia foram escritos em hebraico, aramaico e grego e não contêm as divisões de capítulos e versículos; tais divisões, tanto no Velho Testamento como no Novo Testamento, foram inseridas dinamicamente séculos depois de Cristo.      

Em 1250, a Bíblia foi dividida em capítulos pela primeira vez por um Cardeal chamado Hugo, cujo propósito era o de uma concordância bíblica, e depois em 1560, um grupo de reformadores em Genebra, fez uma edição da Bíblia dividida também em versículos, conhecida como a Bíblia de Genebra. Posteriormente, em todas as principais traduções das escrituras sagradas foram inseridas as divisões dos capítulos e versículos para facilitar o seu manuseio. E é aí que entra um fato bastante interessante. Segundo a divisão oficial da Bíblia, o maior capítulo é o Salmo 119, o menor é o Salmo 117, e o capítulo central da bíblia é o Salmo 118, e curiosamente existem 594 capítulos antes do Salmo 118 e 594 capítulos depois do Salmo 118 e a soma dos dois números é 1188, e é justamente aí que encontramos o capítulo e o versículo central da Bíblia; Salmo 118:8 que diz: “Melhor é buscar refugio no Senhor do que confiar no homem”.  

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).
                   SERIA COINCIDÊNCIA? (PARTE III)

O primeiro Livro a ser impresso no mundo foi a Bíblia, conhecida também (depois deste fato) como a Bíblia de Gutenberg.
Era uma edição da Vulgata (Bíblia) latina, realizada por Johannes Gutenberg em 1455. sendo  o primeiro livro impresso em tipos móveis, com 1.282 páginas.

No mundo existem mais ou menos 2000 línguas e dialetos, o livro mais traduzido até hoje é a Bíblia.
Está há mais de cinco séculos em primeiro lugar na lista dos livros mais impressos, traduzidos, vendidos, lidos e comentados do mundo; a Bíblia, livro sagrado do cristianismo, inaugurou a invenção da tipografia por Gutenberg, e desde então seu texto já foi impresso em mais de 300 idiomas e gerou a publicação de milhares e milhares de obras de divulgação, interpretação e comentários. Desde os primeiros textos, escritos em rolos de papiro, até as modernas edições comentadas do século 21. Desde os tempos em que o primeiro livro chamado “Gênesis”, escrito por Moisés, até o último chamado “Apocalipse” de São João; têm, os textos bíblicos, mantido uma extraordinária vitalidade a qual tem alimentado e inspirado a fé de muitas pessoas, povos e nações. Muitos afirmam que essa força decorre do constante diálogo entre o leitor e o livro que interpela a consciência dos homens, e dos homens que o interrogam em busca de respostas a suas indagações transcendentes.
A Bíblia é o livro sagrado do judaísmo (o judaísmo reconhece e segue somente o Velho Testamento, pois até hoje não entenderam que Jesus Cristo é o messias prometido e que o Novo Testamento é o cumprimento e a complementação do mesmo) e do cristianismo, é uma coleção de vários escritos, repartidos em duas partes que formam seu todo: O Antigo, ou Velho Testamento, escrito e reunido por etapas, durante mais ou menos dez séculos antes de Cristo; e o Novo Testamento, escrito durante o século posterior a sua morte e ressurreição.
        É um livro que Deus inspirou e revelou aos homens somente o que queria que eles soubessem. Inspirou e determinou que eles escrevessem de acordo com sua vontade e supervisão sobrenatural, permitindo que eles utilizassem seu estilo próprio de escrever. Não permitiu, todavia, que eles escrevessem o que queriam, mas somente o que fosse de acordo com sua vontade e propósito. Sendo assim, tanto os escritos originais, como as cópias dos mesmos, desde as primeiras cópias e traduções até as mais atuais são admiravelmente perfeitas e criteriosas. Pois, até as melhores traduções das escrituras sagradas, (que são aprovadas e consideradas como fidedignas pelos melhores especialistas), têm sido de acordo com sua vontade, orientação e supervisão sobrenatural e invisível, (porém muito perceptiva).
Sempre houve períodos em que Deus quis apresentar e revelar alguns de seus planos e propósitos aos homens. Foi assim nos tempo de Adão, de Enoque, de Noé e de centenas de outros santos de Deus. Assim Deus inspirou os homens a profetizarem e a escreverem acerca do Plano Salvífico vigente, que seria em breve aperfeiçoado e expandido com a vinda de seu unigênito filho, ao nosso mundo visível. 

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).

domingo, 21 de agosto de 2016

SABEDORIA E JUSTIÇA


Certo dia vieram duas mulheres prostitutas e apresentaram sua causa diante de Salomão, rei de Israel, e uma delas disse:
 – Ó, rei Salomão! Eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu dei à luz um menino, e ela estava lá comigo. Dois dias depois do nascimento do meu filho, ela também deu à luz um menino. Somente nós duas estávamos na casa; não havia mais ninguém lá.
Uma noite, ela rolou sem querer sobre o seu filho e o sufocou. Então, se levantou durante a noite, enquanto eu dormia, pegou o meu filho e o colocou na cama dela. Depois colocou o menino morto nos meus braços.
No outro dia de manhã, quando eu me levantei para dar de mamar ao meu filho, vi que estava morto. Porém, quando reparei bem, percebi que não era o meu filho.
Mas a outra mulher disse:
– Não é verdade. Pelo contrário, meu filho é o que está vivo e o seu é o que está morto! E a primeira mulher respondeu:
– Não é, não! A criança morta é a sua, e a viva é a minha! E foi assim que discutiram na frente do rei.
Então o rei disse:
– Cada uma de vocês diz que a criança viva é a sua, e que a morta é da outra.
Então mandou buscar uma espada e, quando a trouxeram, disse aos guardas:
– Cortem a criança viva pelo meio e dêem metade para cada uma destas mulheres.
A verdadeira mãe do menino, com o coração cheio de amor e temor pelo filho, disse:
– Por favor, senhor, não o mate! Entregue-o a esta mulher!
Mas a outra disse: – Podem cortá-lo em dois pedaços! Assim ele não será nem meu nem seu.
Então o rei Salomão disse:
– Não matem a criança! Entreguem o menino à primeira mulher porque ela é a mãe verdadeira, pois preferiu entregá-lo a outra a vê-lo morto.
Todo o povo de Israel soube dessa decisão do rei Salomão e então todos sentiram um grande temor e respeito por ele, pois viram que Deus lhe tinha dado sabedoria para julgar com justiça.


As escrituras sagradas dizem que Deus deu a Salomão sabedoria e entendimento fora do comum; e conhecimentos tão grandes, que não podiam ser medidos. E que Salomão era mais sábio do que qualquer homem do Oriente ou do Egito, e do que todos os sábios: mais sábio do que Etã, o ezraíta, e do que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol.  Sua fama se espalhou por todos os países vizinhos. Dizem ainda as escrituras que Ele escreveu três mil provérbios e compôs mais de mil canções. Descreveu e analisou árvores e plantas, desde os cedros do Líbano até o hissopo, que cresce nos muros; e discorreu também sobre vários animais, pássaros e répteis que se arrastam pelo chão, e sobre os peixes. Reis do mundo inteiro souberam da sabedoria de Salomão e enviaram seus oficiais para ouvi-lo.
(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).