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domingo, 21 de agosto de 2016

SABEDORIA E JUSTIÇA


Certo dia vieram duas mulheres prostitutas e apresentaram sua causa diante de Salomão, rei de Israel, e uma delas disse:
 – Ó, rei Salomão! Eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu dei à luz um menino, e ela estava lá comigo. Dois dias depois do nascimento do meu filho, ela também deu à luz um menino. Somente nós duas estávamos na casa; não havia mais ninguém lá.
Uma noite, ela rolou sem querer sobre o seu filho e o sufocou. Então, se levantou durante a noite, enquanto eu dormia, pegou o meu filho e o colocou na cama dela. Depois colocou o menino morto nos meus braços.
No outro dia de manhã, quando eu me levantei para dar de mamar ao meu filho, vi que estava morto. Porém, quando reparei bem, percebi que não era o meu filho.
Mas a outra mulher disse:
– Não é verdade. Pelo contrário, meu filho é o que está vivo e o seu é o que está morto! E a primeira mulher respondeu:
– Não é, não! A criança morta é a sua, e a viva é a minha! E foi assim que discutiram na frente do rei.
Então o rei disse:
– Cada uma de vocês diz que a criança viva é a sua, e que a morta é da outra.
Então mandou buscar uma espada e, quando a trouxeram, disse aos guardas:
– Cortem a criança viva pelo meio e dêem metade para cada uma destas mulheres.
A verdadeira mãe do menino, com o coração cheio de amor e temor pelo filho, disse:
– Por favor, senhor, não o mate! Entregue-o a esta mulher!
Mas a outra disse: – Podem cortá-lo em dois pedaços! Assim ele não será nem meu nem seu.
Então o rei Salomão disse:
– Não matem a criança! Entreguem o menino à primeira mulher porque ela é a mãe verdadeira, pois preferiu entregá-lo a outra a vê-lo morto.
Todo o povo de Israel soube dessa decisão do rei Salomão e então todos sentiram um grande temor e respeito por ele, pois viram que Deus lhe tinha dado sabedoria para julgar com justiça.


As escrituras sagradas dizem que Deus deu a Salomão sabedoria e entendimento fora do comum; e conhecimentos tão grandes, que não podiam ser medidos. E que Salomão era mais sábio do que qualquer homem do Oriente ou do Egito, e do que todos os sábios: mais sábio do que Etã, o ezraíta, e do que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol.  Sua fama se espalhou por todos os países vizinhos. Dizem ainda as escrituras que Ele escreveu três mil provérbios e compôs mais de mil canções. Descreveu e analisou árvores e plantas, desde os cedros do Líbano até o hissopo, que cresce nos muros; e discorreu também sobre vários animais, pássaros e répteis que se arrastam pelo chão, e sobre os peixes. Reis do mundo inteiro souberam da sabedoria de Salomão e enviaram seus oficiais para ouvi-lo.
(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).

CONQUISTANDO A LIBERDADE


Certo príncipe, ao vencer um rei inimigo, arrebatou-lhe todas as suas posses, entre as quais estavam alguns escravos que lhe serviam como criados. Após notar e observar a dignidade e habilidade do mais jovem entre eles, lhe diz:
– De hoje em diante você será meu pajem de armas e me seguirá em todas as batalhas que eu for!
– Sim, meu senhor, ouço e obedeço. Serei seu pajem de armas e o seguirei em todas as batalhas que o senhor for! (Respondeu, resignado, o escravo).
Passados alguns anos, em uma violenta escaramuça, o valente príncipe já ferido e sem forças é cercado por cinco soldados dispostos a eliminá-lo o mais rápido possível, quando, como por um milagre, irrompe com espada na mão o seu pajem de armas; que com três rápidos e certeiros golpes decepa as cabeças de três dos soldados que o cercavam, matando os outros dois em seguida. Surpreso e feliz com a fidelidade e bravura do jovem escravo, o príncipe lhe diz:
– Peça-me o que quiser e lhe darei!
– Quero a minha liberdade!
– Muito bem! De hoje em diante não será mais escravo, mas, livre! Pode partir agora para sua terra natal.
Olhando firmemente nos olhos do príncipe, o pajem lhe diz:
– Meu príncipe! Se for do teu agrado gostaria de continuar como seu pajem de armas e servi-lo fielmente até o fim de meus dias.
– Não entendo! – contesta surpreso o príncipe – me pediu a liberdade e agora que a tem quer continuar como meu pajem de armas e me servir fielmente até o fim de sua vida?
Surpreso, mas contente, o príncipe ouve a resposta do pajem de armas:
– Antes, eu o servia porque não tinha opção, pois era escravo; e um escravo não tem vontade própria, pois deve obedecer a seu senhor. Mas agora que sou livre e com poder de decisão, vou servi-lo não porque sou obrigado, mas por que quero.  (PSRA)


No evangelho segundo o apóstolo João, o Mestre Divino sentencia: “Se Eu vos libertar; verdadeiramente sereis livres”. (Para me seguir!).                                                                                           (Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA ).

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O MARECHAL DA PAZ


 “Morrer, se preciso for; matar, nunca”. Esse era o lema de Cândido Mariano da Silva Rondon, militar, sertanista e geógrafo, o marechal Rondon, segundo nos é informado, lutou por uma política indígena mais adequada cujo objetivo era o de manter a unidade social dos indígenas brasileiros e de lhes garantir a sobrevivência com dignidade humana (sonho que até hoje não se concretizou). Este marechal da paz desbravou os sertões de Mato Grosso, sempre com a preocupação de não hostilizar os índios. Penetrou até o Paraguai e atingiu a Bolívia em 1906, ligando esses países ao sistema telegráfico nacional.
Rondon, ao fazer seu primeiro contato com os índios, os pôs sob a proteção da tropa que comandava, instruindo e inspirando-a a exercitar seu lema: (“Morrer, se preciso for; matar, nunca”).                                                                                                                         Cristo Jesus é descrito na bíblia como o “Príncipe da paz”, e morreu pelos pecados da humanidade, a fim de salvar a todos os que crerem no seu nome. 

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA - ).

SENTENÇAS LACÔNICAS



Júlio César, ao voltar vitorioso da campanha contra a Gália Transalpina, após anos de muita luta, penúria e renúncias, retornou a Roma em desfile triunfante exibindo, acorrentado, Vincegentorix,o poderoso chefe gaulês da tribo dos Arvérnios que quase lhe infringiu intensa derrota. César narrou esta conquista nos “Comentários da guerra Gálica”. Mas sua fulminante vitória na batalha contra Farnaces, filho de Mitridates, rei do Ponto, ele a narrou com apenas três palavras: “Veni, vidi, vici!” que quer dizer: “Vim, vi, venci!”. Anos depois, César, à frente de suas legiões, marchou contra a própria Roma, que temia seu poder crescente. E assim ao cruzar o rio Rubicão em direção a mais uma conquista, brada aos legionários que o seguiam: “A sorte está lançada”. Venceu e tornou-se ditador perpétuo do império romano. Anos depois, ao ser apunhalado por um grupo de senadores que o temiam, cai agonizante aos pés da estátua de Pompeu, e ao ver Brutus seu protegido com um punhal na mão exclama laconicamente: “Tu quoque, fili mi?” (Tu também, meu filho?).

 Leônidas, o rei espartano, quando reúne quatro mil soldados e leva trezentos para impedir a passagem do inimigo pelo desfiladeiro das Termópilas, procurava defender a Grécia da invasão persa, que trouxe um exército de mais ou menos 120 mil homens; recebeu a lacônica intimidação do comandante persa, que ao saber do número inferior de soldados a seu comando ordena: “Deponha as armas”. Recebendo também a lacônica resposta do rei espartano: “Venha buscá-las”. Inconformado com a resposta do rei Leônidas, o comandante persa ainda insiste com uma intimidação: “Saiba que nossas flechas sobre suas cabeças serão tantas que cobrirão a luz do sol!” Ao que o rei responde: “Ótimo! Lutaremos à sombra”.                


Quando um desesperado carcereiro da cidade de Filipos, que estava prestes a cometer suicídio, perguntou ao apóstolo Paulo o que deveria fazer para ser salvo; talvez esperasse do apóstolo aos gentios uma prédica de mais de uma hora, mas ao invés, ouve um axioma lacônico e completo: “Crê no Senhor Jesus e será salvo você e a sua casa”.

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA - ).

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

AMBIÇÃO SEM LIMITES

A lenda mitológica de Midas, rei da Frigia, é muito conhecida em vários países do mundo. Esta lenda nos fala da ganância de um homem poderoso e muito rico, que não se contentava com o muito que tinha e quase perdeu a vida por isso. Dizem que o que tinha de rico tinha de néscio.          Conta-se que tudo começou quando Sileno, (um amigo fiel e in­separável de Dionísio, o “deus” do vinho e da vegetação), durante uma festa em homenagem a Dionísio, bebeu um pouco mais do que de costume e, em­briagado, afastou-se dos companheiros e foi parar nos jardins do palácio do rei Midas, que o hospedou com todas as honrarias. Midas, o senhor de toda a Frigia, o reteve em seu suntuoso palácio durante dez dias, tra­tando-o com todo o respeito e consideração, fornecendo-lhe deliciosas iguarias.
Passado este período, o rei entregou o amigo a Dionísio, e este, para recompensá-lo pela hos­pitalidade dada ao seu amigo, disse-lhe que lhe concede­ria o que ele lhe pedisse. Ante tal promessa, um rei mais perspicaz talvez tivesse pedido: tornar-se ainda mais poderoso e invencível ou vida longa com boa saúde. (Quando Deus em sonhos apareceu ao rei Salomão e disse-lhe para pedir o que quisesse, este rei pediu sabedoria para governar seu povo com justiça). Mas o rei Midas declarou que para ele só uma coisa era mais valiosa neste mundo: o ouro. E em seguida, pediu a Dionísio o poder de transformar em ouro tudo quanto tocasse. Dionísio deve ter ficado espantado com esse pedido, mas como havia dado sua palavra não se recusou a atender ao pedido do rei e então, desde aquele momento, todo objeto, todo fruto, todo alimento que tocava se transformava em ouro. A princípio, uma grande alegria invadiu o coração do poderoso rei da Frígia. E pensando consigo ponderou que valera a pena ter gasto tanto dinheiro para tratar de maneira conveniente e farta o fiel e inseparável amigo de Dionísio; porque, certamente, seria bem recompensado, como o havia sido. Com orgulho e soberba, já maquinava planos para quando se tornasse o rei mais rico de toda a terra. Tudo que o rei Midas tocava com a mão transformava-se em ouro. Mas o inesperado começou a acontecer. Quando Midas tocava em um alimento para levá-lo à boca, este logo se transformava em uma bela peça de ouro puro, quando ia tomar um pouco de água, tanto a taça como todo o seu conteúdo transformavam-se em ouro. Quando mandava trazer um prato de especiarias ou frutas, ao serem tocados transformavam-se no valioso metal. Em apenas três dias seu te­souro foi enriquecido com uma imensa quantidade de ouro, mas não conseguira engolir nem um pequeno pedaço de pão e pela grande fome que sentia, quase não conseguia mais ficar de pé. Rogou, então, a Dionísio que lhe retirasse o dom que lhe concedera, ou logo estaria morrendo de fome! Dionísio, sabendo que isso logo iria acontecer, lhe atendeu pela segunda vez. Entristecido, o rei viu todo o seu idolatrado ouro transformado voltar ao seu estado natural, mas para se consolar comeu um farto banquete naquele dia.

A estória deste rei é semelhante à de muitas pessoas que, por amarem tanto o dinheiro e os bens materiais, e no afã de ajuntá-los, quase morrem de fome ou inanição.

(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA - ).

AMBIÇÃO SEM LIMITES (Parte 2)


Um canzarrão de pelo escuro e de aspecto assustador ao passar por uma banca que vendia carnes, abocanha um grande naco e sai em louca disparada com a deliciosa presa na boca. Ao passar por uma pinguela sobre o riacho olha para baixo e contempla um canzarrão negro de aspecto horripilante com um gigantesco e apetitoso pedaço da carne na boca. O estúpido sem se dar conta de que contemplava a própria imagem refletida na água; sem hesitar pula sobre a suposta vítima soltando um apavorante latido a fim de intimidar-la. Ao abrir a boca e pular na água, o parvo perde a visão do suposto adversário, mas com agonia contempla o suculento naco de carne se perder nas profundezas do riacho.   
(Retirado do livro: -PARÁBOLAS FÁBULAS E ESTÓRIAS QUE EDIFICAM A ALMA - ).

5 MOTIVOS PRINCIPAIS PELOS QUAIS A SEPARAÇÃO (ENTRE CASAIS) É ACEITA POR DEUS

5 MOTIVOS PRINCIPAIS PELOS QUAIS A SEPARAÇÃO (ENTRE CASAIS) É ACEITA POR DEUS
Na igreja onde pastoreei em Goiânia, um esposo me procurou dizendo que estava na dúvida se separava ou não da esposa que estava agindo de forma obsessiva e descontrolada, (eles tinham 3 filhos), disse-lhe que orasse com mais firmeza e concentração sobre esse assunto , e um dia ao acordar olhou e viu sua esposa de pé diante dele com um cabo de enxada nas mãos olhando de forma ameaçadora para ele, levantou-se rapidamente, juntou suas coisas e separou-se dela.
Depois fiquei sabendo de uma senhora que se queixava ao seu pastor, que seu esposo agia de forma violenta e a agredia sempre, o pastor aconselhou que ela tivesse mais fé e orasse por ele, mas que jamais poderia se separar, uma semana depois foi morta pelo esposo com uma cadeirada na cabeça.
Segundo escreveu um comentarista bíblico e postou em um blog, essas são situações em que o divórcio não fere os votos feitos perante a Deus. (Muito interessante, mas claro que cada caso é um caso, e nem tudo que parece que é o é em realidade). Diz ele:
Assim como existem mulheres que vivem em relacionamentos destrutivos, também existem homens! E ambos evitam falar sobre esse assunto por medo da solidão ou, até mesmo, por causa de futuras dificuldades financeiras que podem chegar com uma possível separação. O que interfere também nessa decisão são os filhos, que podem sofrer com tudo isso. ALGUNS CRISTÃOS AFIRMAM QUE A ÚNICA JUSTIFICATIVA PARA QUE UMA SEPARAÇÃO ACONTEÇA É O ADULTÉRIO. Existem varias razões para se recorrer ao divórcio sem que isso seja visto como uma violação dos votos sagrados que o casal fez. O que na realidade quando um desses fatos acontecem já é uma quebra dos votos por parte de um dos cônjuges.
Existem muitos outros fatos que podem levar a separação, mas  os principais cremos que são:
OCIOSIDADE                                                                 
Não existe nenhuma razão para que o marido saudável não trabalhe. O papel maior do homem é sustentar a sua família e oferecer uma vida confortável para sua esposa e filhos. A família de um homem é a sua verdadeira mordomia e também sua única responsabilidade. Por isso, nosso Senhor não exige que uma ‪ Mulher‬ continue lutando por um‪ Casamento‬ no qual o seu esposo seja negligente e não se importe se seus filhos estejam passando por necessidade.
TRAIÇÃO                                                                                  Ninguém é capaz de viver feliz e satisfeito com um relacionamento onde o cônjuge é traidor! Um bom cristão sente prazer em viver ao lado de seu escolhido, trocando carinhos, companheirismo, prazer, tristeza e conquistas ao lado de sua família. Logo depois de uma traição, pode, sim, aparecer um sincero arrependimento do traidor, que decide abandonar a prática da traição, isso pode fazer com que o divórcio seja adiado, porém, isso vai depender da vontade que ele tem de mudar e da capacidade que a pessoa traída tem de superar a traição e continuar ao lado da pessoa que a traiu. É necessário que você entenda como Deus realmente julga sobre esse tipo de ‪‎Comportamento‬ abusivo, se o traidor fez seus filhos e companheiro chorar de vergonha, tristeza e medo, ele vai aceitar e ser a favor do divórcio.
VIOLÊNCIA                                                                   
Seja ela, moral, física, patrimonial, sexual ou psicológica, todas são consideradas crime no nosso país, de acordo com a lei Maria da Penha, e Deus vê todas elas da mesma forma, como um crime. Se um dos parceiros é capaz de praticar algo que citamos acima, ele não é digno do cônjuge que está ao seu lado.
VÍCIOS                                                                          
Um casamento que no qual existe uma pessoa viciada em pornografia, sexo, jogos, drogas e álcool ou qualquer outro tipo de vício que ofereça prejuízo a sua família e a si próprio, não é visto com bons olhos por Deus. Se ele não expressa vontade de mudar esse tipo de comportamento destrutivo, ele não pode exigir que seus filhos e cônjuge tenham obrigação de aceitar e aturar esse tipo de situação.
Deus jamais exigiria que uma pessoa ficasse ao lado de alguém que lhe ofereça qualquer tipo de prejuízo e ameaça, seja ela física, emocional ou financeira, por conta de seus vícios.
CRIMES
Um casamento que tenha uma pessoa envolvida em roubos, extorsão, homicídio, tráfico de drogas, entre outros, não é visto como uma relação saudável por Deus. Por isso, nenhum cristão que seja honesto vai querer continuar ao lado de uma pessoa que cometa crimes, coisa que nosso senhor condena. Agora, se a pessoa mostrar arrependimento sincero, incluindo o abandono do pecado, confissão e reparação de suas ações, fica a critério de seu companheiro em permanecer ou não ao seu lado e perdoar.